Transporte de medicamentos: por que manter a cadeia fria não é suficiente

Transporte de medicamentos: por que manter a cadeia fria não é suficiente

Garantir que um medicamento chegue ao destino com sua eficácia preservada é um dos maiores desafios da logística farmacêutica. Para gestores de logística, qualidade e compliance em distribuidoras, a responsabilidade vai muito além de cumprir rotinas operacionais: envolve atender rigorosamente às exigências da Anvisa e assegurar a integridade da carga em cada etapa do processo.

Mas quando falamos de medicamentos termossensíveis, manter a refrigeração adequada é apenas uma parte do problema. O verdadeiro diferencial está em adotar uma logística inteligente, monitorada e segura — capaz de proteger a carga contra os riscos reais da operação, como variações de temperatura, extravios e roubos.

 

A fragilidade da cadeia fria

A chamada “cadeia fria” representa o conjunto de processos e equipamentos voltados à conservação de produtos que exigem controle térmico. Em medicamentos, essa cadeia pode exigir temperaturas específicas, geralmente entre 2°C e 8°C, com tolerância mínima para desvios.

Qualquer falha nesse processo pode causar a perda total da carga, inviabilizar a entrega e até colocar vidas em risco. Ainda assim, dados do setor apontam que um dos principais motivos de perdas em medicamentos refrigerados está ligado a problemas no transporte — muitos deles evitáveis com planejamento logístico mais estratégico e tecnologia embarcada.

 

Não basta refrigerar: é preciso monitorar

Temperatura adequada é só o começo. Uma logística farmacêutica eficaz exige visibilidade total da operação, com sensores que monitorem em tempo real as condições da carga, alertas automáticos para desvios e ações corretivas imediatas.

Além disso, o transporte precisa estar alinhado à legislação da Anvisa, com veículos autorizados, protocolos de higienização, registros documentados e rastreabilidade de ponta a ponta.

 

Risco real: roubos e extravios

Outro grande desafio está na segurança da carga. Medicamentos são alvos valiosos para o crime organizado, especialmente em rotas urbanas e interestaduais. Os impactos de um roubo não se limitam ao prejuízo financeiro: a perda de um lote pode comprometer a cadeia de abastecimento de hospitais, clínicas e farmácias.

Por isso, contar com uma solução especializada em segurança logística é um diferencial que protege não apenas os produtos, mas também a reputação da distribuidora.

 

Distribuir com qualidade é garantir segurança e rastreabilidade

Distribuir medicamentos exige mais do que logística convencional. É preciso um parceiro estratégico que entenda os riscos, antecipe problemas e atue com tecnologia e segurança para preservar o que realmente importa: a saúde das pessoas.

Para saber mais sobre como manter a integridade da sua carga do início ao fim, conheça a solução Carga Segura da Protege e saiba mais.

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